Quem vê a cara durona de Bruce Willis só consegue pensar mesmo em uma saga: Duro de Matar. Frases como "yippie ki yay motherfucker" e "now I have a machine gun, asshole!" foram imortalizadas por John McLane, um policial que por quatro vezes se encontra na situação de vencer terroristas sozinho. Mas Bruce Willis tem um lado engraçado, mesmo com essa cara de policial corrupto de New Jersey.Junto com Willis está Tracy Morgan, um comediante consagrado no mundo do stand-up americano. A dupla de policiais busca no filme um traficante de drogas, enquanto Willis tenta arrumar dinheiro para pagar o casamento da filha e Morgan fica paranóico com a ideia de estar sendo traído pela mulher com o vizinho enquanto ele trabalha.
É claro que tudo da errado e eles vão precisar de muitos tiros e bom humor pra conseguirem sobreviver aos ataques de uma gangue mexicana, um padrasto rico e chato e um vizinho garanhão.
Para ajudar (ou atrapalhar) na luta, eles contam com Sean William Scott, o famoso e venerado Stifler, tido por muitos (eu incluso) como protagonista e peça principal da sequencia American Pie.
O filme é uma piada atrás da outra, e nada que beire o mal gosto. Bruce Willis continua como o policial durão, mas dessa vez ele abre espaço para risos, ainda que na maioria das vezes, discretos. Morgan traz o lado pastelão do filme, fazendo plágios de filmes como Scarface, Star Wars e Robocop para interrogar criminosos.
Fazia tempo que eu não ria tanto vendo um filme besta, mas que diverte horrores. 3,5 estrelas para esta comédia cheia de tiros e palhaçadas.
Eu pensva que nunca mais ia ver um filme de vampiros de verdade. Com essa moda ridícula dos filmes do Crepúsculo e da série Vampire Diaries, eu estava conformado que daqui pra frente, vampiros seriam galãs boiolas e bonzinhos, em filmes de efeitos especiais péssimos perto do que poderia ser investido com apenas parte do que se arrecada.

