segunda-feira, 29 de junho de 2009

O porque de não ver um bom filme

Quando você diz que não vai ver o filme "X", você pode ser execrado por uma cambada de bestas metidos a cinéfilos e intelectuais.

Mas porque você não quer ver esse filme?

Eu por exemplo, não quero ver "Jean Charles", não vi nem vou ver "Quem quer ser um milionário" ou "O escafândro e a borboleta".

Sei que são filmes extraordinários.

Mas não são filmes que me interessam.

JC, por exemplo, é um filme que eu já sei o fim, sei do que se trata, e sei que é depressivo.

Além do mais, o trailer já mostrou o filme todo, inclusive o fim.

"Quem quer ser o milionário" é coisa da Índia. Tudo bem que o diretor é o Danny Boyle e ele é bom, mas esses filmes de Boollywood nunca me agradaram.

"O Escafândro e a borboleta" deve ser uma daquelas histórias de fazer chorar. O cara escrever um livro com os movimentos de um olho deve ser demais. Mas eu não quero ver primeiro porque deve ser muito parado.

Segundo porque a aflição deve ser enorme.

Terceiro que deve ser o cúmulo do depressivo ver um cara vegetando numa cama mexendo um olho esperando a hora da morte.

Prefiro ver a idiotice de "Transformers".

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Michael Jackson

Ele finalmente morreu.

Não estou sendo sádico ou mal intencionado, mas é que eu não aguentava mais ver notícias do cara falando como ele apalpou a bunda de criancinhas em Neverland.

Tenho que dizer que ele era o cara.

Ele podia ser um monstro vira-casaca aproveitador de infantes, mas ele era foda.

E muito provavelmente não sou o primeiro falar isso, mas ele era a versão masculina da Madonna na questão do talento.

A única pessoa que eu vi dançar como ele foi o outro mestre do soul, James Brown.

Clipes e músicas históricas, shows impecáveis e inesquecíveis.

Até quem não curte o estilo do cara, curte o cara.

Mas ele já estava morto há anos.

Quando saía algo relacionado à ele, invariavelmente tinham crianças na mesma notícia.

Essa coisa de sair por ai fazendo uma saidêra milionária pra tentar dar um último gás, na minha modesta opinião, seria um fracasso para ele e um sucesso para os fãs.

Eu pagava pra ver o show dele. Não importa se ele estivesse sem voz. Eu queria ver ele fazer o moonwalk pela última vez.

Mas para ele, seria um fim melancólico de alguém que queria voltar às manchetes com alguma coisa melhor do que abuso sexual.

E mesmo indo ao show, seria triste vê-lo se despedir daquela maneira.

Está em todos os sites que ele morreu após duas paradas cardíacas. Mas quando é assim, é sempre bom esperar um anúncio oficial.

Se confirmado, digo sem medo de pedras que esse já vai tarde. Melhor assim do que aparecer na frente de pessoas que pagaram uma fortuna para ver o triste fim do rei do pop.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Indy, a categoria lata velha com todas as suas latas velhas


Pra você ver como a Indy é uma porcaria.

Primeiro os circuitos são ovais. Não sei se são todos, mas os famosos são ovais. Ou seja, não existe uma desaceleração, ultrapassagens na curva, grandes pilotos fazendo corridas memoráveis.

A Indy é coisa bem de americano, que acha legal o cara vencer por meio bico uma prova em que o cara passa 4 horas sentado num cockpit apertado a 300km/h em uma linha praticamente reta.

500 Milhas de Indianápolis, 500 Milhas de não sei o que...façam uma corrida em que pilotos realmente tenham chance de vencer, como a F1 que além de ser muito mais pensada, mais lucrativa e ter os melhores pilotos, tem os carros mais rápidos.

Sim, é verdade. Uma Ferrari F1 chega a 332km/h enquanto o carro do campeão Tony Kanaan chega a módicos 325km/h.

Mas a Indy é muito mais porcaria que isso. É tão porcaria que ela é conhecida popularmente por nomes como "asilo", "opção 'z'", entre outros. Isso porque apenas os velhos e os que não dão certo em categorias mais prestigiadas vão parar na Indy.

Um exemplo disso é o senhor Dario Franchitti.

Estava eu navegando alegre e contente na home do UOL, vendo as manchetes pra ver se alguma coisa era tão ridícula que eu devia entrar.

Vi uma declaração de um cara ai dizendo"Ou você é corno, ou foi, ou será. Não tem jeito!" e pensei em entrar. Mas ai bati o olho numa manchete que falava por si só. Na verdade, o nome que aparecia na manchete falava por si só.

Dario Franchitti.

Na hora, liguei o nome à pessoa. O desgraçado é aquele mesmo besta que decepou as pernas do Nicky Lauda há uns 6 ou 7 anos atrás. E ele não era nenhum menino inexperiente nessa época. O próprio Nicky Lauda, que é outro exemplo de quem não sabe a hora de parar, afinal, mesmo sem pernas foi correr com cockpit adaptado, já tinha saído da F1 uns 4 ou 5 anos antes, se não for mais.

Na hora que vi o nome do infeliz só consegui pensar "mas esse cara ainda corre? E ainda por cima ganha!?"

Realmente a Fórmula Indy é um grande lixo que só funciona para dar uma sobrevida ridícula à pessoas que não sabem a hora de parar.

Só comparem com os bons pilotos. Michael Schumacher, Damon Hill, Mika Hakkinen, David Coulthard...todos esses foram melhores que qualquer piloto que esteja na Indy e todos esses souberam a hora de parar.

domingo, 21 de junho de 2009

A arte de divertir no esporte

Qualquer esporte pode ser divertido. Qualquer esporte pode proporcionar espetáculo. Qualquer esporte tem seu time ou jogador que dê show.

Mas o basquete é diferente. O basquete em si já é um esporte em que todo jogo têm jogadas impressionantes. Antes com Michael Jordan, Scottie Pippen e Magic Johnson. Hoje com mestres como Lebron James, Kobe Bryant, Paul Gazol e Manu Ginóbili.


Mas ainda assim, muitas vezes, o jogo não é daqueles empolgantes.


Meu irmão foi à um jogo de basquete em Toronto e me disse que as pessoas vão mais pelo espetáculo no intervalo que pelo jogo em si. Durante o jogo, a platéia senta e assiste à um jogo nem sempre vistoso, esperando a hora do intervalo para concorrer a prêmios e alguns segundos de fama. Antes do fim do jogo, as pessoas começam a ir embora mesmo com seu time na frente.


Mas apenas o basquete tem os metres do entretenimento esportivo.


Ver um jogo do Harlem Globetrotters é como ser transportado de volta aos seus 12 ou 13 anos. Aqueles armários vestidos de azul, vermelho e branco são verdadeiros artistas.


O jogo nem começa e a platéia já está aos prantos de tanto rir. Brincadeiras com o juiz, o time adversário e principalmente com a platéia são garantia de diversão em uma noite fria em São Paulo.


As jogadas rápidas, cheias de graça e enterradas agressivas, fazem com que o jogo com 4 tempos de 10 minutos dure mais de uma hora pois sempre é pausado para uma brincadeira com as crianças e até adultos que pagaram um pouco mais caro por um lugar no pé da quadra.


Sempre muito carismáticos, os jogadores sabiam algumas palavras em português e falavam o tempo todo durante o jogo divertindo quem pagou no mínimo 25 reais por um lugar na arquibancada.


Com jogadas ensaiadíssimas, danças, piadas e muita habilidade com a bola, o show desses gênios é algo que fica guardado na memória de todos que puderam ver.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

7 filmes que mudaram minha vida.

Me pediram pra fazer uma lista dos filmes que eu mais gosto. Não são as maiores produções de Hollywood, mas são os mais importantes pra mim.

Em primeiro lugar, coloco não um, mas três! A saga de O Poderoso Chefão" é uma obra prima de Coppola.


Destaque é claro para o primeiro, com o mestre Marlon Brando como Don Vito Corleone.


Ainda com Al Pacino, Robert de Niro e Andy Garcia na saga, somada uma grande história por filme, faz com que todos os três filmes sejam obrigatórios. Um clássico.






Em segundo lugar, vem o filme que mudou meu jeito de ver o mundo. "Clube da Luta" é um filme cru e feio, com ambientes sombrios em lugares sujos e cheios de sangue no chão. Edward Norton como louco desesperado por um sentido na vida e Brad Pitt como o alter-ego maléfico criado por Norton para sair da vida pacata se encaixam com perfeição em uma mistura de humor negro, crítica social, suspense e lutas recheadas de sangue



O terceiro lugar no pódium eu dou para um filme totalmente fora do meu estilo. "Encontros e Desencontros", de Sofia Coppola, é um filme diferente de todos os romances que se vê por ai. Não tem piadas bobas e coisas impossíveis que só acontecem em comédias românticas. Bill Murray traz seu humor simples e suas caras e linguagens corporais incomparáveis. Scarlett Johanson traz sua beleza simples de quem iniciava a subida na ladeira dos grandes astros. Com um humor inteligente e um único beijo, esse é um filme de romance decente, ao contrário de comédias romanticas pastelão, que saem aos montes todo ano.



O quarto lugar vai para outra obra prima de Francis-Ford Coppola. "Apocalypse Now" é um filme de dar medo.


Martin Sheen é um soldado na guerra do Vietnã que recebe a desagradável missão de subir o rio até Laos e prender o desertor Marlon Brando.


Durante o filme, os horrores da guerra e os soldados ficando cada vez mais loucos dão ao filme o ar apocalíptico que era visto na guerra real.


Com um humor negro e ácido implícito em diversas conversas, é impossível não gostar desse filme.


Em quinto lugar, o outro clássico da máfia estrelado por Al Pacino. "Scarface", de Brian de Palma, é um filme de tirar o fôlego. Al Pacino no papel de um cubano revoltado que deseja se tornar milionário a qualquer custo está impecável. Cheio de sangue e intrigas mafiosas, é um espetáculo a parte para quem gosta de filmes sobre máfias e conspirações.


Em sexto coloco eu gosto de deixar em aberto porque sempre tem um que eu esqueço. Mas me lembro de"Rain Man". Dustin Hoffman provou ser o grande ator que é no papel desse autista solitário que conhece o irmão vivido por Tom Cruise.


Cruise é um bom ator, mas passa até meio despercebercebido ao lado de um Hoffman genial.



Em sétimo, "Poder Além da Vida" é um filme comovente. A história baseada no bes-seller "Peaceful Warrior" conta a recuperação física e psicológica de um ginásta acidentado. Com Scott Mihelhi...um sobrenome impronunciável e Nick Nolte, o filme é daqueles de deixar você abalado por dias.

Nastrovia!!!

Estava vendo notícias por ai e não aguentei. Eu tenho que falar daquela russa louca que estuprou 10 homens!

Aliás, não é estupro, pois estupro é apenas o homem que coMETE(não tinha como evitar). A mulher comete abuso sexual.

Primeiro, a notícia dizia que ela era bonita. Então vem automaticamente a pergunta "o que ela tem na cabeça pra fazer isso se não precisa??"

É fetiche? Sonho? Ela estava possuída? Ela vira um bicho a noite e não lembra o que fez quando acorda de manha? Tudo bem, essa última é bem possível.

Depois você para e pensa: quem é o idiota que vai reclamar?? O cara conseguiu uma noitada selvagem com uma estranha gostosa, não lembra o que aconteceu direito e vai reclamar?? Deixa eu ir no teu lugar então!

Mas agora falando sério...esse mundo está cada vez mais louco. Podem ser sinais do apocalípse de 2012 segundo o calendário Maia.

Quando eu achava que já tinha visto de tudo, a russa amarra uma corda no bilau do cara pra deixar ele duro por mais tempo, e se diverte enquanto o cara desmaia dopado.

Aquela vodka deles é demais mesmo!

Muricy Cai!


Após o título mundial de 2005, o São Paulo perdeu Paulo Autuori para o futebol japonês.

Veio então no início de 2006, o tão sonhado treinador vencedor Muricy Ramalho, vice campeão (só no papel) do Brasileiro de 2005 ano com o Internacional.

O tricolor chegou à final da libertadores daquele ano, perdendo irônicamente para o mesmo Inter, treinado por Abel Braga e liderado por Fernandão.

Quando todos achavam que a sequencia do São Paulo terminava de forma melancólica, veio o título brasileiro no fim da temporada.

O mesmo aconteceu em 2007 e 2008.

Mas pelo jeito, o rabugento Muricy não aguentou mais uma eliminação na Libertadores.

No dia seguinte à derrota para o Cruzeiro por 2 a 0 em um Morumbi lotado, Muricy se reuniu com os cartolas tricolores e decidiu sua saída.

A notícia ainda não foi confirmada no site www.spfc.com.br até as 21h40 dessa sexta-feira, mas portais como G1 e Terra já passam a notícia. Um amigo no UOL me confirmou a saída de Muricy.

E ainda me passou dois nomes fortes: Geninho e Nelsinho Baptista.

Por enquanto, isso é o que há de mais novo na transição de comando da comissão técnica no Morumbi.

Sinceramente, nunca fui o maior fã do estilo de Muricy. Reclamei com meu irmão repetidamente que ele demorava demais pra mudar o time quando estava perdendo e muitas vezes escalava ou mudava mal. Muitas vezes retranqueiro.

Mas os resultados estavam ali o tempo todo. 3 títulos brasileiros em sequencia. Isso sem contar o título de 2005, que o Zveiter entregou na mão do Corinthians.

Acredito que essa mudança cause um efeito pra lá de negativo e o São Paulo sofra pra brigar por uma vaga na Libertadores do ano que vem.

Ainda mais com os nomes que estão falando. Nelsinho já passou pelo São Paulo e foi catastrófico. Geninho não acerta em nenhum lugar que vai.

A velha mania de culpar o técnico por uma sequencia de resultados ruins atingiu dessa vez o único clube que se vangloriava de não ceder à pressões e dar tempo ao comandante.

Foram cerca de 3 anos e meio de bons resultados que a torcida do São Paulo não vai esquecer tão cedo. Principalmente porque os resultados ruins de verdade estão chegando junto com o próximo treinador.

O fim da F1 - Capitulo II


Na tarde desta sexta-feira, o racha no mundo do automobilismo ganhou um novo capítulo.

O presidente da FIA anunciou que processará as equipes que ameaçarem deixar a categoria e criar uma nova.

Mosley afirma que foram quebrados diversos acordos contratuais, em especial pela Ferrari, e que a FIA tem o poder de mudar as regras do campeonato.

O que Mosley não percebe é que a Fórmula 1 só é o que é hoje por causa da Ferrari e da McLaren.

Todo o glamour e os rios de dinheiro vem principalmente com esses dois nomes.

A Fórmula 1 e Max Mosley saem perdendo nessa briga, pois querer bater de frente com marcas de tamanha força pode ser uma manobra de desespero de Mosley, que vê sua administração levar ao fim a maior e mais competitiva categoria da história do automobilismo.

Meu palpite é que o processo não dará em nada e a F1 não acaba, mas perde sua força de marketing, já que perde as melhores scuderias. Ficar com a ultrapassada Williams e com a fraca Force India não vai dar muito sobrevida à Mosley e a F1.

O fim da F1

Nos últimos dias, apenas uma coisa tem realmente chamado minha atenção.

O provável fim da Fórmula 1 em 2010.

A crise abalou todos, até mesmo o milionário mundo do automobilismo, com marcas fortes como a sempre tradicional e competitiva Ferrari, McLaren e a nova porém provável campeã Brawn GP, antiga Honda, do mestre da estratégia automobilística, Ross Brawn.

Tudo isso começou até antes da crise, se não estou enganado.

Há quem diga que não tem a ver, mas a relação é óbvia.

O presidente da FIA, Max Mosley foi flagrado em fotos fazendo apologia ao nazismo. Foi um escândalo onde se cogitou a saída do homem forte da federação.

Pra explicar esse escândalo, eu vou recorrer à dois casos. Primeiro, à rivalidade de Ayrton Senna e Alain Prost.

Não sei o ano de cabeça, mas o que aconteceu foi o seguinte. Em um ano, Prost precisava apenas que Senna não pontuasse na última corrida para ser campeão. A logo após a largada do GP final, Prost e Senna misteriosamente bateram um no outro, abandonando a corrida e sagrando o francês como campeão daquele ano.

Já no ano seguinte, a situação era a mesma, mas os papéis estavam invertidos. Senna era quem tinha a vantagem. Bastava que Prost terminasse, na melhor das hipóteses, na 7ª colocação. Mas Senna preferiu não dar sopa pro azar, e a na primeira curva, aquela mesma do ano passado, ele enfiou o carro na traseira de Prost e os dois abandonaram, deixando o título com o brasileiro.

O outro exemplo é o famoso caso de espionagem da McLaren, que recebeu um dossiê com informações confidenciais sobre a performance dos carros da Ferrari.

Usei esses dois exemplos para mostrar que o mundo da F1 é um mundo sujo, onde nem sempre o mais rápido vence. Senna e Prost conheciam bem esse mundo e sabiam como usá-lo em seu favor.

Voltando ao escândalo de Mosley e o nazismo, foi descoberto que as fotos foram armação do então chefe da Mclaren, Ron Dennis, para deixar o desafeto em posição ruim na direção e renunciar.

A renuncia não ocorreu, e Mosley decidiu se vingar. Ron Dennis já está fora do papel há algum tempo. Provavelmente forçado por Mosley a deixar o cargo de chefe da McLaren F1.

Após isso, vieram as estúpidas ideias de implantar um teto orçamentário para as equipes, porque a crise estava causando muitos prejuízos.

A primeira a manifestar real insatisfação com a possibilidade foi a Ferrari, que vem tendo um orçamento cada vez menor desde 2003, após a morte de Gianni Agnelli, grande protetor da scuderia, que repassava até 90% dos ganhos com vendas dos carros da marca para o uso na categoria.

O teto era de 45 milhões de dólares para cada equipe por temporada. Para se ter uma idéia, o orçamento de uma equipe mais "modesta" na F1 gira em torno de 600 milhões de dólares por temporada. A Ferrari sobe ainda mais.

Agora já são 8 equipes que devem sair. As 8 maiores, por sinal.

Ferrari, McLaren, Renault, Brawn GP, Toyota, Red Bull Racing, Toro Rosso e BWM Sauber entraram em acordo durante a semana e anunciaram a saída da F1 e a criação de uma categoria paralela.

Mosley, que cerca de um mês atrás havia dito que a categoria poderia sobreviver sem a força da Ferrari e que haviam pelo menos 7 equipes dispostas a entrar no lugar da scuderia do cavalinho, ainda tentou um novo acordo com as equipes, oferecendo mais que o dobro do teto oferecido anteriormente, mas com uma queda drástica para os mesmos 45 milhões em 2011, que fez com que as equipes mantivessem a postura e anunciassem a categoria paralela, ainda sem nome.

Com a provável saída das forças da F1, é provável que a categoria tenha seu fim, já que os parceiros e investidores fortes seguiriam os nomes fortes da Ferrari, McLaren e Brawn, além dos outros 5 intermediários.

O início

Neste blog, meu segundo(quem quiser o endereço, peça!), colocarei coisas que não tem a ver comigo. Mesmo que eu esteja quase fora do curso de jornalismo, isso ainda vale pois o diploma caiu de vez. Então numa tacada de sorte quem sabe essa coisa vá pra frente. Colocarei e comentarei notícias dos mais diversos assuntos, daí o nome "Sem Alvo".

Fique à vontade para comentar, pedir, mandar links, reclamar...faça o que quiser.

Sempre mantendo as regras de boa vizinhança, pois não se sabe o dia de amanhã, quando você vai ser meu empregado! Brincadeira. Mas o resto é sério.