Qualquer esporte pode ser divertido. Qualquer esporte pode proporcionar espetáculo. Qualquer esporte tem seu time ou jogador que dê show.Mas o basquete é diferente. O basquete em si já é um esporte em que todo jogo têm jogadas impressionantes. Antes com Michael Jordan, Scottie Pippen e Magic Johnson. Hoje com mestres como Lebron James, Kobe Bryant, Paul Gazol e Manu Ginóbili.
Mas ainda assim, muitas vezes, o jogo não é daqueles empolgantes.
Meu irmão foi à um jogo de basquete em Toronto e me disse que as pessoas vão mais pelo espetáculo no intervalo que pelo jogo em si. Durante o jogo, a platéia senta e assiste à um jogo nem sempre vistoso, esperando a hora do intervalo para concorrer a prêmios e alguns segundos de fama. Antes do fim do jogo, as pessoas começam a ir embora mesmo com seu time na frente.
Mas apenas o basquete tem os metres do entretenimento esportivo.
Ver um jogo do Harlem Globetrotters é como ser transportado de volta aos seus 12 ou 13 anos. Aqueles armários vestidos de azul, vermelho e branco são verdadeiros artistas.
O jogo nem começa e a platéia já está aos prantos de tanto rir. Brincadeiras com o juiz, o time adversário e principalmente com a platéia são garantia de diversão em uma noite fria em São Paulo.
As jogadas rápidas, cheias de graça e enterradas agressivas, fazem com que o jogo com 4 tempos de 10 minutos dure mais de uma hora pois sempre é pausado para uma brincadeira com as crianças e até adultos que pagaram um pouco mais caro por um lugar no pé da quadra.
Sempre muito carismáticos, os jogadores sabiam algumas palavras em português e falavam o tempo todo durante o jogo divertindo quem pagou no mínimo 25 reais por um lugar na arquibancada.
Com jogadas ensaiadíssimas, danças, piadas e muita habilidade com a bola, o show desses gênios é algo que fica guardado na memória de todos que puderam ver.

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